Ministério Público é contra lixão em Taquari

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A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) indeferiu a solicitação de licença prévia para a instalação do aterro sanitário no município de Taquari. Esta era a última etapa para que a construção não fosse realizada, já que no dia 12 de abril a Câmara de Vereadores do município vetou a solicitação feita pelo prefeito de Taquari, André Brito (PDT). O projeto gerou grande repercussão negativa entre os moradores do município, que na época realizaram diversas manifestações contra a possível apreciação da votação. Além disso, o Ministério Público também se manifestou contrário à instalação. Acesse aqui o documento da Fepam que indefere a licença prévia do aterro. LEIA AINDA: “Eu não quero o aterro sanitário” na localidade de Amoras, afirma prefeito O que dizia o projeto Na época, a Fepam realizou uma análise de cobertura vegetal, cuja construção do aterro “foi apontada como necessária à implantação do empreendimento”. A empresa responsável pela instalação seria a Sustentare Saneamento S.A., que tem sede em São Paulo, e compraria uma área de terra de 158 hectares, sendo que em 66 deles seria construído o aterro. No terreno ainda seriam construídas sede administrativa, portaria e área para cortinas verdes, gerando 26 novos empregos, O aterro ainda teria abrangência regional e receberia o lixo de mais de 50 cidades de um raio de 100km. Texto: Vinicius Mallmann regional@independente.com.br
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